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Modelagem de dados - Primeiros conceitos

Modelagem de dados

Modelagem de banco de dados entidades e relacionamentos
Fonte: Autor
Ilustração de um esquema de modelagem de banco de dados

Na hora da criação dos campos das tabelas, para o desenvolvimento logico, para O’BRIEN,(2004), "um esquema é uma visão lógica geral os relacionamentos entre elementos de dados em um banco de dados" temos uma tarefa que demanda no início do processo de aprendizado um certo tempo, mas com o passar do tempo e a experiências adquiridas, ira se tornar-algo mais intuitivo e rápido.

Geralmente para obtermos o básico para um bom desenvolvimento precisamos ter a velha e boa fundamentação teórica que no início não gostamos, mas quando estamos lá na frente desenvolvendo, vem na mente “Hum! olha! Bom que vi isso antes. kkkkk “. Então começaremos pelos principais modelos de dados e dentre estes vermos suas conveniências e contras.

Pois, em pequenos bancos de dados não afetara. Mas em projetos maiores causará o desperdício de espaço em disco com a utilização errada da casta de dado ou desempenho em relação a tempo das requisições e alterações, consequência também do uso incorreto do tipo.

O bom desenvolvimento da modelagem vem a partir do acertado entendimento da área de domínio geralmente o analista ou Database Administrator, especialista em Banco de Dados, ou pela sigla em inglês DBA), não terá todo o conhecimento deste campo, porém com uma boa conversa ou o uso de ferramentas como com os stackholders podem contribuir muito, toda via partiremos para as premissas de um favorável desenvolvimento de um banco de dados utilizando a engenharia de software para o progresso do projeto.

Fase conceitual: baseia-se na análise, faremos o levantamento dos requisitos sobre área de domínio desejada e a sua posterior obtenção conceitual, esta será a forma abstrativa das entidades, seus atributos, métodos e estados, neste escopo temos a elaboração e desenvolvimento da diagramação para melhor modelagem dos dados.

Fase logica: A partir da identificação das entidades na parte logica trataremos de como elas se conectam ou se comunicam de acordo com as regras da área de domínio.

Fase física: de fato é a implementação de toda a lógica e da parte conceitual a uma tecnologia, seus prós e contras, assim podem se otimizar ou depreciar, pois, aqui depende de muitos fatores físicos e tecnológicos empregados para o desenvolvimento. A utilização de um tipo de banco de dados tais como. EX: Oracle, Mysql, Maria DB, PostgreSQL, Firebird, PostgreSQL e um sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBDs) tais como MySql workbench, oracle, phpadmin.



A tipologia dos dados

Antes de vermos algumas das mais usadas categorias de dados que compõem a estrutura precisamos ter em mente que:

Carácter — e uma unidade elementar de dados que pode ser composto símbolos independentes do tipo, que ao término ocupa um bit de gravura logica no hardware.

Campos — Espaço que são gravados os caracteres que analogamente são os atributos de uma entidade obtida da abstração da área de domínio estudada.

Arquivos — Um arquivo é um conjunto de registros que compõem os atributos de uma entidade ou objeto. Ex.: (entidade) alunos com seus (campos) altura, idade, peso.

Agora que temos um basamento da estrutura de um banco de dados, veremos a seguir as categorias de dados mais usados.


Tipo texto 

CHAR: (tamanho) : Guarda um número fixo de caracteres. Pode conter letras, números e caracteres especiais. O tamanho deve ser declarado entre parenteses. Ex: CPF char(11). Guarda ate 255 caracteres.

VARCHAR: (tamanho): ele possui as características do tipo CHAR, com diferença de que, possui a propriedade variável onde se reservar uma varchar com (11) espaços e se destes utilizarmos somente dois (02), o restante dos espaços são automaticamente deduzidos. E quando. e se for criar algum campo com mais de 255, o banco de dados converte o para TEXT.

TEXT: guarda uma String: com o tamanho máximo de 65.535 caracteres.

BLOB: e o tipo de dado medido pela quantidade de ‘bytes’, em vez de pela quantidade de caracteres, conforme a maioria. Pode salvar por imagens, por exemplo, com o máximo de 65.535 bytes de arquivo.

Tipo numérico

TINYINT: guarda número do tipo inteiro. Suporta de -128 ate 127 caracteres.

SMALLINT: guarda número do tipo inteiro. Suporta de -32768 ate 32767 caracteres.

MEDIUMINT: guarda número do tipo inteiro. Suporta de -8388608 ate 8388607 caracteres.

INT (tamanho): guarda números inteiros. Suporta de -2147483648 ate 2147483647 caracteres.

BIGINT; guarda número do tipo inteiro. Suporta de -9223372036854775808 ate 9223372036854775807 caracteres.

FLOAT: (tamanho, decimal): guarda números REAIS. O número máximo de caracteres pode ser especificado entre parenteses.

DOUBLE: (tamanho, decimal): guarda números REAIS. O número máximo de caracteres pode ser especificado entre parenteses. Deve-se especificar o tamanho inteiro e o tamanho numérico da coluna. Esse tipo armazena uma quantidade maior de número do que os campos do tipo

 DATE/TIME: Colunas de data e hora são uma grande pedra no sapato de muito desenvolvedores, pois cada SGBD e cada linguagem de programação tratam de maneiras diferentes. Tenha muito cuidado. Procure conhecer o formato que você vai utilizar no sistema. Para saber qual o formato.
Com isso concluímos uma parte dos fundamentos da modelagem, estudo, tipos conceituais da visão de modelagem, tipos de dados, porém este e´só o inicio, mais adiante continuaremos com muito mais assunto pois e imenso o campo da modelagem de dados, onde faremos este desenvolvimento em pequenos artigos que linkaremos entre si, boa leitura.

REFERÊNCIAS

O’BRIEN, James A. Sistemas de informação. São Paulo: Saraiva, 2004.

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